Sejam bem vindo ao Blog Terapia Ocupacional de São José do Rio Preto - SP.

Aqui você fica informado sobre cursos, novidades da profissão, acompanha textos, deixa comentários e muito mais!
Tenho certeza que todos os Terapeutas Ocupacionais sentem falta de sites da nossa área.
Por isso, quero um blog que aproxime mais os profissionais, afim de trocarmos experiências, conhecimentos, informações e tudo o que for possível... além de lutar por nossa profissão, que é tão linda!!!
Ah! Aqui tem indicações de sites para leitura, com algumas partes que eu escrevi, e outros muito interessantes para acrescentar em nosso dia a dia.
Um abraço à todos os visitantes!

DEFINIÇÃO DE TERAPIA OCUPACIONAL

Terapia Ocupacional é a ciência que estuda a atividade humana e a utiliza como recurso terapêutico para prevenir e tratar dificuldades físicas e/ou psicossociais que interfiram no desenvolvimento do cliente em relação às atividades de vida diária, trabalho e lazer. É a arte e a ciência de orientar a participação do indivíduo em atividades selecionadas para restaurar, fortalecer e desenvolver a capacidade, facilitar a aprendizagem daquelas habilidades e funções essenciais para a adaptação e produtividade, diminuir ou corrigir patologias, promover e manter a saúde.



LOCAIS ONDE EXERCEM SUAS ATIVIDADES:

Hospitais Gerais; Ambulatórios; Consultórios; Centros de recuperação bio-psico-social; Sistemas Prisionais; Órgão de controle social; Creches e Escolas; Empresas.


Sobre mim:

Mestranda na Famerp - Rio Preto - SP

Especialista em Terapia da Mão e Reabilitação do Membro Superior;

Especialista em Terapia Ocupacional Dinâmica em Neurologia;

Aprimoramento em Terapia Ocupacional;

Confecção de órteses estáticas, dinâmicas e progressivas;

Aplicação de bandagem terapêutica Kinesiotaping;

Consultoria para empresas que contratam pessoas com deficiência;

Cursos em que me capacitei: Neuropsicologia em Terapia Ocupacional; Integração Sensorial; Psicomotricidade;

Supervisão de casos clínicos e orientação de pesquisas;

Instagran: @pryscilla_to

Site: www.cirurgiadamaoriopreto.com.br

Fanpage: www.facebook.com/cirurgiadamao





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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Olhem quantos cursos para profissionais de várias áreas da saúde


Jornada de Terapia Ocupacional em Cardiologia


Certificação Internacional em Integração Sensorial


Mosquito da dengue criou resistência a repelente


Uma pesquisa conduzida por cientistas na Grã-Bretanha revelou que o mosquito da dengue aparentemente desenvolveu resistência a um princípio ativo presente na maioria dos repelentes atualmente comercializados no mundo, inclusive no Brasil.

A substância, conhecida como DEET, ou dietiltoluamida, é largamente empregada em repelente contra insetos, combatendo mosquitos, pernilongos, muriçocas e borrachudos. O composto age interferindo nos receptores sensoriais desses animais, inibindo seu desejo de picar o usuário. O estudo, divulgado pela publicação científica Plos One, analisou a reação de mosquitos da espécie Aedes aegypti, vetores da dengue e da febre amarela, à substância. Os cientistas concluíram que, ainda que inicialmente repelidos pelo composto químico, os insetos depois o ignoraram. Eles recomendaram que governos e laboratórios farmacêuticos realizem mais pesquisas para encontrar alternativas à DEET.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dengue é hoje a doença tropical que se propaga mais rapidamente no mundo. Nos últimos 50 anos, sua incidência aumentou 30 vezes, o que pode transformá-la em uma pandemia, advertiu o órgão. Para provar a eficácia da DEET os cientistas pediram a voluntários que aplicassem repelente com DEET em um braço e soltaram mosquitos. Como esperado, o repelente afastou os insetos. No entanto, poucas horas depois, quando ofereceram aos mesmos mosquitos uma nova oportunidade de picarem a pele, os cientistas constataram que a substância se mostrou menos eficiente. Para investigar os motivos da ineficácia da DEET, os pesquisadores puseram eletrodos na antena dos insetos.
"Nós conseguimos registrar a resposta dos receptores na antena dos mosquitos à DEET, e então descobrimos que os mosquitos não eram afetados pela substância", disse James Logan, da London School of Hygiene and Tropical Medicine, instituição que realizou o estudo.


"Há algo sobre ter sido exposto ao composto químico pela primeira vez que muda o sistema olfativo dos mosquitos. Ou seja, a substância parece mudar a capacidade dos mosquitos de senti-la, o que a torna menos eficiente", acrescentou. Uma pesquisa anterior feita pela mesma equipe descobriu que as mudanças genéticas em uma mesma espécie de mosquito podem torná-los imunes à DEET. "Os mosquitos evoluem muito rapidamente", disse ele. "Quanto mais nós pudermos entender sobre como os repelentes funcionam e os mosquitos os detectam, melhor poderemos trabalhar para encontramos soluções para o problema quando tais insetos se tornarem resistentes à substância". O especialista acrescentou que as descobertas não devem impedir as pessoas de continuarem usando repelentes com DEET em áreas de alto risco, mas salientou que caberá aos cientistas tentar desenvolver novas versões mais efetivas da substância.

Para complementar o estudo, os pesquisadores britânicos agora planejam entender por quanto tempo o efeito dura depois da primeira exposição ao composto químico. A equipe também deve estudar o efeito em outros mosquitos, incluindo espécies que transmitem malária.

Brasil

No Brasil, a dietiltoluamida está presente na maioria dos repelentes encontrados à venda. Produtos com termetrina e citronela também podem ser achados, mas em menor número. Não é a primeira vez, entretanto, que a substância causa polêmica. No ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu à consulta popular uma proposta de resolução para assegurar a segurança e a eficácia dos repelentes a ser adotada pelos fabricantes.


No documento, cujo objetivo era disciplinar o comércio desse tipo de produto, o órgão determinava, por exemplo, a proibição do uso de repelentes com DEET em crianças menores de dois anos, além de informar sobre a necessidade de um estudo prévio para produtos com dosagem acima de 30% para um público acima de 12 anos. Em altas dosagens, especialmente em crianças, repelentes com DEET podem ser tóxicos.

Em entrevista à BBC Brasil, Jorge Huberman, pediatra e neonatologista do Hospital Albert Einstein e diretor do Instituto Saúde Plena, sugeriu alternativas ao uso de repelentes com DEET. "É comum que depois de algum tempo os mosquitos adquiram certa imunidade ao produto, ainda que sejam necessários mais estudos para comprovar tal tese", explicou. "Como alternativa, as pessoas podem usar repelentes com citronela e tomar complexo B, cujo cheiro desagrada os mosquitos, além, é claro, de usar mosquiteiros", disse.

Fonte: BBC Brasil

Sal em excesso mata 2,3 milhões de pessoas por ano



O consumo de sal em excesso de sal contabiliza 2,3 milhões de mortes por ano no mundo, quase 10 vezes mais do que as ocasionadas pelas bebidas açucaradas. Os dados são de uma pesquisa apresentada na American Heart Association, divulgada pelo jornal britânico Daily Mail. O levantamento mostrou que 15% das mortes por ataque cardíaco, derrames e outras doenças relacionadas ao coração relatadas ao redor do mundo em 2010 foram causadas pelo excesso de sal.

Um estudo recente feito em Harvard mostrou que as bebidas açucaradas contribuem com a morte de cerca de 180 mil pessoas anualmente. “Medidas públicas globais de saúde, como programas de redução do sódio, podem potencialmente salvar milhões de vidas”, disse um dos autores do estudo, Dariush Mozaffarian. “A carga de sódio é muito mais elevada do que a carga de bebidas com açúcar”, completou.

Os estudiosos analisaram 247 pesquisas sobre o consumo de sódio por adultos, segmentadas por idade, gênero, região e país, entre 1990 e 2010, como parte do Global Burden of Diseases Study, um estudo colaborativo conduzido por 488 cientistas, de 303 instituições, em 50 países ao redor do mundo. Cerca de um milhão das mortes – 40% do total – foram prematuras, ocorrendo em pessoas com 69 anos ou menos. Além disso, 60% das mortes ocorreram em homens, e 40% das mulheres.

Os ataques cardíacos causaram 42% das mortes e, os derrames, 41%. O restante das mortes resultaram de outras doenças do coração. Quanto às regiões do mundo onde o consumo do sódio é maior, a pesquisa mostrou que a Ucrânia lidera a lista, seguida pela Rússia e pelo Egito. Entre os que consomem menos, o Catar está no topo da lista, seguido por Quênia e Emirados Árabes.


Fonte: link

Teste compara benefícios de chocolates ao leite e meio amargo



Bom... não adianta os chocólatras terem desculpas...rsrs (isso é para mim tb...)

O chocolate tem sido um dos alimentos funcionais preferidos pelas pesquisas. Poderes contra doenças cardíacas, envelhecimento precoce e até sobrepreso são atribuídos ao produto, principalmente na sua formulação amarga. A razão apontada são as substâncias antioxidantes presentes no cacau.

A Folha e a Unicamp decidiram medir a quantidade dessas substâncias, os polifenois, em barras das três marcas mais vendidas do mercado. Foram comparadas as composições dos tipos "ao leite" e "meio amargo" (porcentagem de cacau entre 30% e 50%) dessas marcas.

Preferidos dos nutricionistas e valorizados em estudos, os chocolates mais escuros são tão calóricos e gordurosos quanto os com leite. A diferença está mesmo nos polifenois: sua quantidade dobra nas versões meio amargas.

Das marcas testadas, o meio amargo da Nestlé foi o que apresentou o maior teor de antioxidantes por 100 g do produto (2,4 g de polifenóis). A menor quantidade da substância foi encontrada no Lacta ao leite, 0,98 g.

O produto meio amargo da Lacta, que ficou em terceiro lugar no quesito antioxidante, é, entretanto, o menos calórico de todos. Mesmo assim, não é pouca coisa: são 504 calorias por 100 g. O fato de o chocolate ter o gosto mais amargo sugere mais antioxidantes. Mas isso não é determinado diretamente pelo teor de cacau.

"Na porcentagem de cacau entram tanto a massa quanto a manteiga de cacau. Esta última não tem nada de polifenóis", diz a engenheira de alimentos Priscilla Efraim, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, onde foi feito o teste. O amargor também não significa que o produto tem menos açúcar: em todos os chocolates testados, o açúcar é o ingrediente em maior proporção na fórmula--maior do que a do cacau, inclusive.

"Nessa época já se come muito chocolate; os benefícios não podem ser desculpa para exageros", diz Lara Natacci, nutricionista do programa Meu Prato Saudável, do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo.


PROPAGANDA

Para a endocrinologista Rosana Radominski, do Departamento de Obesidade da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), a indústria estimula a divulgação da ideia de que comer chocolate todo dia é bom para a saúde. "Não há prova disso. O que podemos dizer é que a pessoa pode comer uma coisa gostosa que não vai fazer mal se for consumida em pequenas quantidades", diz a médica. A maioria das pesquisas indicando benefícios do chocolate utilizou extratos com alta concentração de polifenóis, segundo Efraim.

Para obter esses efeitos com as marcas testadas, por exemplo, a pessoa precisaria comer quase cem gramas do tipo meio amargo por dia, avalia a professora. "Do ponto de vista do consumo de antioxidantes, o meio amargo é melhor. Mas não vale apostar no chocolate como um superalimento. Não é tudo isso. Mas é gostoso", diz o nutrólogo Daniel Magnoni, do HCor (Hospital do Coração) de São Paulo. O consumo "controlado" das pesquisas dificilmente é replicado na vida real.

Uma sugestão da nutricionista Lara Natacci para quem come o doce habitualmente é trocar a versão ao leite pela meio amarga. "O teste mostrou uma diferença significativa na quantidade de antioxidantes, mesmo em produtos populares e facilmente encontrados no mercado", diz.


Os resultados sobre a concentração de polifenóis são coerentes com o que se espera de um chocolate mais amargo, na opinião de Carlos Thadeu de Oliveira, gerente do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). "O que não dá para entender é por que poucos fabricantes colocam a porcentagem de cacau na embalagem dos produtos vendidos no Brasil", diz ele.

Dos produtos testados, só o amargo da Lacta tem essa informação. Segundo Oliveira, o dado é comum nos chocolates importados e em "edições limitadas" de produtos gourmet. "Quanto mais barato o produto, menor o número de informações oferecido ao consumidor", diz.


 Fonte: Folha de São Paulo