Sejam bem vindo ao Blog Terapia Ocupacional de São José do Rio Preto - SP.

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Tenho certeza que todos os Terapeutas Ocupacionais sentem falta de sites da nossa área.
Por isso, quero um blog que aproxime mais os profissionais, afim de trocarmos experiências, conhecimentos, informações e tudo o que for possível... além de lutar por nossa profissão, que é tão linda!!!
Ah! Aqui tem indicações de sites para leitura, com algumas partes que eu escrevi, e outros muito interessantes para acrescentar em nosso dia a dia.
Um abraço à todos os visitantes!

DEFINIÇÃO DE TERAPIA OCUPACIONAL

Terapia Ocupacional é a ciência que estuda a atividade humana e a utiliza como recurso terapêutico para prevenir e tratar dificuldades físicas e/ou psicossociais que interfiram no desenvolvimento do cliente em relação às atividades de vida diária, trabalho e lazer. É a arte e a ciência de orientar a participação do indivíduo em atividades selecionadas para restaurar, fortalecer e desenvolver a capacidade, facilitar a aprendizagem daquelas habilidades e funções essenciais para a adaptação e produtividade, diminuir ou corrigir patologias, promover e manter a saúde.



LOCAIS ONDE EXERCEM SUAS ATIVIDADES:

Hospitais Gerais; Ambulatórios; Consultórios; Centros de recuperação bio-psico-social; Sistemas Prisionais; Órgão de controle social; Creches e Escolas; Empresas.


Sobre mim:

Mestranda na Famerp - Rio Preto - SP

Especialista em Terapia da Mão e Reabilitação do Membro Superior;

Especialista em Terapia Ocupacional Dinâmica em Neurologia;

Aprimoramento em Terapia Ocupacional;

Confecção de órteses estáticas, dinâmicas e progressivas;

Aplicação de bandagem terapêutica Kinesiotaping;

Consultoria para empresas que contratam pessoas com deficiência;

Cursos em que me capacitei: Neuropsicologia em Terapia Ocupacional; Integração Sensorial; Psicomotricidade;

Supervisão de casos clínicos e orientação de pesquisas;

Instagran: @pryscilla_to

Site: www.cirurgiadamaoriopreto.com.br

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Menino de 9 anos leva irmão que tem paralisia cerebral para competições de triátlon


Conner nunca desistiu de realizar o grande sonho dos poucos anos de vida dele: se divertir junto com o irmão, que sofre de paralisia cerebral. Eles encararam o desafio de enfrentar um campeonato de triátlon para crianças.



“Se você não parar de tentar e realmente se esforçar para alcançar o que quer e não desanimar na primeira vez que der errado você vai chegar lá”, diz Conner.
Um conselho que ele sempre seguiu. Conner nunca desistiu de realizar o grande sonho dos poucos anos de vida dele: se divertir junto com o irmão, que sofre de paralisia cerebral.
Cayden tem sete anos. Quando tinha quatro meses, os pais perceberam que algo estava errado com o bebê, que sofria várias convulsões. Ao levarem ao médico, ouviram o diagnóstico: “Foi difícil de acreditar que era verdade, que ele não poderia falar ou andar”,
“O médico nos disse que ele iria precisar de cuidados 24 horas por dia, que nunca poderia viver sozinho. Nós ficamos em choque”, diz a mãe Jenny.
“Toda mãe quando está grávida, imagina como vai ser o filho, que cor de cabelo vai ter, se vai esportista, se vai ser intelectual. E Conner sonhava em brincar com o irmão mais novo. Quando descobrimos que Cayden não poderia falar ou andar foi devastador, ficamos de luto por um bom tempo. A gente achava que Cayden nunca teria uma conexão com o irmão”, conta Jenny.
Depois de ver o anúncio de um campeonato de triátlon para crianças, Conner teve uma ideia: por que não competir junto com Cayden? Para isso eles teriam que pedalar, correr e nadar juntos. Ideia maluca?
“Minha mãe disse que precisava ver se era possível, ela disse que não sabia se realmente daria certo’, explica o menino Conner.
“Eu não quis dizer não nem sim, porque não queria prometer algo que talvez não pudesse ser possível”, explica a mãe.
A família resolveu topar o desafio. E a primeira grande barreira foi encontrar um equipamento que pudesse adaptar a bicicleta de Conner às necessidades especiais do irmão. Com a ajuda de amigos, os pais dos meninos encontraram este carrinho especial que pode ser encaixado na parte de trás da bicicleta.
Os irmãos participaram da primeira competição em junho de 2011.  Na prova de natação, Conner puxou Cayden num bote inflável. Depois, pedalou cinco quilômetros levando o carrinho com o irmão acoplado à bicicleta. E mais um quilômetro correndo. Cayden no carrinho, e ele empurrando.
Os dois cruzaram a linha de chegada em 43 minutos e dez segundos. Chegaram em último lugar, com sentimento de vitória. “Sem Cayden eu não teria feito isso e ele não conseguiria fazer o que fez sem minha ajuda, para mim nós dois vencemos”, diz Conner.
“É difícil explicar o que eu senti vendo os dois juntos. Todos os pais adoram ver seus filhos jogando futebol, como parceiros. E essa foi a primeira vez que a nossa família pôde fazer algo junto”, diz Jenny.
A primeira vez de muitas outras. Os meninos não pararam mais de competir. Já foram catorze triátlons. E os equipamentos foram aperfeiçoados.
Jenny mostra, orgulhosa, as medalhas de participação que os filhos ganharam. “Tudo isso nos mudou para melhor, abriu os nossos olhos, isso fez a gente perceber que está tudo bem, não há problema em ser diferente, seja na cor da pele, ou se você está numa cadeira de rodas, se pode falar ou não, nada disso importa, todos nós devemos ser tratados da mesma maneira. Você só tem que entender que há diferenças”, diz Jenny.
A história dos irmãos Long emocionou os Estados Unidos. No ano passado, eles foram eleitos os atletas mirins do ano, por uma das revistas de esportes mais respeitadas do mundo.
Perguntei a Conner se, em algum momento, ele não pensou em competir sozinho para tentar ganhar. “Claro que seria super legal ganhar, em qualquer esporte seria muito legal, mas nem sempre é isso que importa”, diz o menino.
Conner diz que o que ele gosta é do desafio, de se divertir e de ver sempre o irmão feliz. “Cayden sempre tem um sorriso no rosto, apesar dele ser especial e ter muitos desafios e problemas, ele sempre está sorrindo”, diz Conner. Também, com um irmão desse!
Fonte: G1

Pós Graduação em Neuropsicologia